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Importância das aulas presenciais e práticas no Curso de Graduação em Nutrição

Importância das aulas presenciais e práticas no Curso de Graduação em Nutrição

O Curso de Nutrição da FARJ visa formar um profissional de saúde de atuação generalista, humanista, ética, crítica e reflexiva, apresentando competências para integrar equipes inter e multiprofissionais em diferentes setores governamentais, privados, organizações não governamentais, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais direcionadas ao Curso de Nutrição.

A profissão de Nutricionista assumiu posição de destaque na área da saúde e se expandiu para os campos de interface da Alimentação e Nutrição com as demais ciências. No campo de atuação específica novos espaços se abriram e a participação conjunta em outras áreas é cada vez mais, surpreendentemente, diversificada. As Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Nutrição (DCNCN), instituídas pelo Conselho Nacional de Educação da Câmara de Educação Superior (Parecer n.5 de 7/11/2001), determinam que os conteúdos curriculares desse curso contemplem as ciências sociais e humanas, que são áreas de conhecimentos que abordam a educação, como também assegurar que o ensino seja crítico, reflexivo, criativo contendo atividades teóricas e práticas desde o início, apresentando uma definição de estratégias pedagógicas que articulem ensino/pesquisa/extensão-assistência.

Vale ressaltar, a importância de estimular uma formação para o desenvolvimento de responsabilidades e reconhecimento das disciplinas de cunho social e educativo, como um dos aspectos inerentes à prática profissional, fazendo com que os cursos de graduação, de Pós-graduação e aos Órgãos fiscalizadores do ensino, estimule a discussão sobre como a prática pode e deve ser entendida, e em qual forma se mostra mais eficaz para fazer o movimento dialético com a teoria, pois contribui para um aprimoramento no ensino, como também para que a formação dos novos profissionais possibilite oferecer contribuições no plano social e político, no qual o nutricionista poderia exercer plenamente o seu papel, em todas as áreas, inclusive, na de educação nutricional, tendo por fim melhorar as condições de alimentação do País, promovendo a saúde e a qualidade de vida.

 

Maria Daiane Ferreira da Cunha Araújo

Coordenadora do Curso de Nutrição da FARJ

Portaria 24 de 10/10/2015

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